Sessão cultural «25 de Abril, ontem e hoje - evocação, memória e luta»

40 anos 25 abril 400pxA URAP vai realizar uma sessão cultural comemorativa do 40º aniversário do 25 de Abril, subordinado ao tema «25 de Abril, ontem e hoje - evocação, memória e luta». Apelamos à participação de todos os sócios e amigos. O evento terá lugar no dia 15 de Março (Sábado), pelas 15h30, no Auditório Camões, situado na Rua Almirante Barroso, nº25-B,em Lisboa.


Farra Fanfarra | Francis Raposo Ferreira | Coro Juvenil da Universidade de Lisboa, dirigido por Erica Mandillo | Isa Fontes (acompanhada à guitarra por João Sousa) | Ensemble ConCordis | André Levy | Samuel (acompanhado ao piano por Nuno Tavares) | Intervenção de Marília Villaverde Cabral

 


FARRA FANFARRA


Os Farra Fanfarra são um colectivo de músicos e animadores, especializados na euforia colectiva e na transmissão de energias positivas através da música acústica e do poder dos instrumentos de sopro e percussão.
Capazes de levar a força e alegria da música a todos os contextos e situações, os Farra Fanfarra contam já com três anos de rua, pequenos e grandes palcos, carrinhas, festivais, rodas gigantes, descapotáveis, desfiles e comemorações. A força do ritmo partilha o palco com variados números de circo, tornando cada actuação dos Farra Fanfarra num acontecimento único e imprevisível. Bombos, caixas, timbales, pratos, tubas e trombones, congas e tochas, trompetes, clarinetes, megafones e escovas de dentes, saxofones altos e tenores, capacetes, e barítonos, constituem a parafernália instrumental da banda.
Funk, Jazz, Disco, Punk, Latim e ritmos Balcânicos são as armas usadas a bem da festa.
Tudo é possível, menos alguém ficar parado ou indiferente.


CORO JUVENIL DA UNIVERSIDADE DE LISBOA


Dirigido por Erica Mandillo desde a sua Fundação, o Coro Juvenil da Universidade de Lisboa é o seguimento natural do trabalho realizado desde 2005 com o Coro Infantil da Universidade de Lisboa, agrupamento de referência nacional e internacional, que tem vindo a explorar novos caminhos no âmbito da pedagogia coral, aliando ao canto uma forte componente teatral e de expressão corporal numa incessante procura da evolução individual e coletiva através de novas formas de comunicação artística.
Em torno da Liberdade, da luta interior contra o medo e a opressão, do contraste entre a solidão e a força do coletivo, com todas as formas de expressão ao seu dispor e utilizando pequenas obras-primas da música coral, o CJUL celebra com a sua juventude e irreverência o eterno renovar do 25 de Abril.


ANDRÉ LEVY


André Levy começou a apreender e praticar teatro nos EUA, durante o doutoramento, num teatro comunitário – Theatre Three, em Port Jefferson, Nova Yorque – onde actuou numa diversidade de produções, incluindo peças infantis, musicais, teatro de improviso, e peças de Shakespeare. Regressou a Lisboa em 2004. Prosseguiu a sua carreira como actor, incluindo encenações de Cristina Carvalhal («Cosmos», em 2005, e «i.b.s.e.n.» em 2013) e dos Primeiros Sintomas («Nunca Terra», em 2005, e «Timbuktu», em 2006).
Antecipando o bicentenário do nascimento de Charles Darwin, encarnou esta figura histórica na peça «After Darwin», em 2007. Aperfeiçoou técnicas de teatro de improviso com Os Improváveis, tendo realizado algumas actuações deste formato em Portugal.


FRANCIS RAPOSO FERREIRA


Francis Raposo Ferreira é o pseudónimo de Francisco José Raposo Ferreira. Nascido a 14 de Setembro de 1958, em Beja, e é licenciado em Ciências da Educação pela Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação, da Universidade de Lisboa. Herdou de seu pai o gosto pela escrita e pela leitura. O seu estilo preferido de escrita é a poesia, mas também escreve romances e contos. Na poesia, tem uma especial atracção pelas biografias, tendo neste campo um vasto trabalho sobre algumas das grandes figuras da história portuguesa, principalmente das nascidas no Alentejo.
O Alentejo tem sido, aliás, uma das suas grandes fontes, pois, para além das já referidas biografias históricas, tem desenvolvido também trabalhos de poesia no âmbito do municipalismo, onde se conta um trabalho sobre todos os concelhos que compõem o Alentejo, bem como um trabalho, em poesia, sobre as sopas tradicionais Alentejanas.


ISA FONTES


Isa Fontes está sempre envolvida em projetos culturais, quer como autora, quer como organizadora. É considerada uma mulher dinâmica, pela forma como se entrega a todos os projetos, tomando a seu cargo toda a organização, coordenação e dinamização dos mesmos. Detesta a monotonia e está sempre a pensar em novos projetos e novas ideias para dinamizar a cultura portuguesa. Tem por hábito dizer "quem corre por gosto, não cansa", adora tudo o que faz e tem pena de o dia só ter 24 horas! O seu mote na vida é "Mudar a mentalidade!". Presentemente, desenvolve com regularidade o projecto "Jazz'n'Poesia", um espectáculo de smooth jazz com as canções do músico João Galante e a poesia sensual de Isa.


ENSEMBLE CONCORDIS


O Grupo ConCordis apresenta no seu programa um conjunto de peças musicais muito diversificado, focalizado na música de raiz latina. Deste seu repertório organiza eventos musicais em que a música dialoga com Poesia ou com Artes Plásticas. Composição do Ensemble ConCordis:

Ana Margarida Sanmarful – violino
Ana Sofia Sequeira – guitarra
Maria José Brito Barriga – cravo
Abel Carvalho – contrabaixo


SAMUEL


Samuel Quedas, nascido em 1952. Os primeiros vinte anos de vida são uma sucessão de mal entendidos, envolvendo uma Igreja à qual não quer pertencer e um curso apontado para a Economia, que não quer seguir. Quando finalmente escolhe a História, descobre que a História já tinha outros planos: apresentar-lhe pessoalmente José Afonso. Chegado às cantigas um pouco antes de 72, guiado pelo som de Manuel Freire, Fanhais, Paco Ibañez, Adriano Correia de Oliveira e José Afonso, entre mais alguns, foi o encontro com "o Zeca" que determinou o início daquilo a que se costuma chamar uma carreira artística, mas que veio a revelar-se algo bem mais importante: mudar de vida. O 25 de Abril encontra o em pleno início da carreira profissional.Depois de alguns discos, milhares de quilómetros de "Canto Livre", muitas centenas de concertos, festivais cá dentro e fora do país, passagens pelo teatro "A Comuna", "Teatro Adoque" e "Barraca" produção musical de discos para outros artistas e, mais recentemente, vários anos de colaboração intensa na produção musical da "Oficina do Canto" de Montemor-o-Novo, ainda a procissão vai no adro, ainda há muito para fazer. Enquanto autor, enquanto intérprete, enquanto cidadão.