A URAP no 25 de Abril

desfile25A 2015 lx 1Sócios da URAP desceram a Avenida da Liberdade, em Lisboa, juntamente com muitos milhares de pessoas, na tradicional marcha do 25 de Abril, para assinalar os 41 anos da Revolução dos Cravos e os 40 anos das primeiras eleições livres em Portugal.

 

Cenário idêntico aconteceu um pouco por todo o país, como no Porto ou em Setúbal, mas as comemorações do 25 de Abril da URAP tiveram como ponto alto sessões em escolas e colectividades para contar aos mais jovens o que foi a revolução, como era o Portugal do regime fascista e a actual destruição dos ideais de Abril.

 

cerci lisboaEm Lisboa, Chelas, houve festa na primeira CERCI criada após o 25 de Abril. Os alunos realizaram um pequeno filme sobre o acontecimento e a partir dele seguiu-se uma animada conversa com José Pedro Soares e Ivo Serra sobre o fascismo, os dias da revolução, as transformações e conquistas alcançadas.

 







casa moeda incmAinda em Lisboa, a convite da Comissão de Trabalhadores a Imprensa Nacional Casa da Moeda, José Pedro Soares, da URAP, esteve presente e interveio, dia 24, numa sessão-convívio destinada a comemorar Abril.

 






s joao estorilNoutros locais do país, como no Agrupamento de Escolas de S. João do Estoril, José Pedro Soares e outros membros da direcção da URAP responderam a perguntas de alunos e professores, dia 22 de Abril, em conjunto com um vereador da Câmara Municipal de Cascais, eleito pela CDU, e um Capitão de Abril.

 

No meio de cravos vermelhos, símbolos da Revolução de Abril, dezenas de jovens entoaram canções de Zeca Afonso na Biblioteca da Escola EB 2-3 do Estoril.

 


fundaoDia 23 de Abril, alunos do 5º e 6ºanos de uma escola do Fundão organizaram uma festa para comemorar a Revolução dos Cravos. Ouviu-se a Grândola Vila Morena e um poema de Ary dos Santos dramatizado por um aluno e seu pai, actor.

 

Isabel Melo, da URAP, fez uma intervenção perante um anfiteatro cheio.

 

A URAP dará conhecimento de muitas outras comemorações do 25 de Abril de 2015, dia de festa e de luta, quando assistimos aos progressos alcançados a serem, nos últimos tempos, atacados e destruídos.