URAP saúda aniversário da Constituição da República Portuguesa

CRP1976 AR s"Portugal é uma República soberana, baseada na dignidade da pessoa humana e na vontade popular e empenhada na construção de uma sociedade livre, justa e solidária", pode ler-se o Artigo 1º da Constituição da República Portuguesa que hoje celebra 44 anos.


A Constituição da República Portuguesa consagra tudo aquilo que a Revolução de Abril representou em termos de liberdade e de democracia, e destaca os direitos fundamentais dos cidadãos.


A Constituição define os princípios do Estado de direito democrático e os princípios do Estado social, que serviram de base à construção do Serviço Nacional de Saúde, do Sistema Público de Segurança Social e da Escola Pública.

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Há 75 anos o Exército Vermelho libertou o campo de concentração de Auschwitz-Birkenau

libertacao auschwitzA 27 de Janeiro de 1945, o Exército Vermelho soviético libertou o campo de Auschwitz-Birkenau, na Polónia, onde 1,1 milhões de pessoas foram exterminadas pelos nazis, um milhão das quais judeus - mas também comunistas, homossexuais, ciganos - de diferentes países da Europa.

 

Em meados de Janeiro de 1945, quando as forças soviéticas se aproximavam do complexo, os guardas das SS deram início à evacuação. Perto de 60 mil prisioneiros foram forçados a marchar em direcção a oeste. Nos dias anteriores tinham-se esforçado por aniquilar tantos quantos podiam nos campos. Num esforço derradeiro para esconder a mecânica do bastião da sua indústria da morte, dezenas de milhar de prisioneiros foram levados para a cidade de Wodzislaw, na parte ocidental da Alta Silésia. Os guardas abatiam a tiro os que, sem forças, iam caindo pelo caminho. Debaixo de um frio intenso, caminhando sobre a neve, e sem alívio para a fome, estas marchas deram cabo de outros 15 mil. Quando os soviéticos entraram em Auschwitz, no dia 27, libertaram pouco mais de 7 mil prisioneiros, a maioria deles muito doentes ou moribundos.

 

A URAP relembra que 75 anos após a libertação de Auschwitz e a vitória sobre o nazi-fascismo na Segunda Guerra Mundial, é urgente unir esforços e vontades para que atrocidades cometidas pelo nazi-fascismo não sejam branqueadas e defender a paz e a liberdade. Para que nunca mais aconteça! Fascismo nunca mais!

Hiroshima e Nagasaki

Hiroshima atomic cloudOs sinos tocaram hoje em Hiroshima, no sul do Japão, para assinalar o 70.º aniversário do lançamento da bomba atómica pelo governo dos Estados Unidos e as suas vítimas.

 

Representantes de uma centena de países participaram na cerimónia, que decorreu pelas 8:15 (hora local) junto ao memorial, no Parque da Paz de Hiroshima, e em muitos países observou-se um minuto de silêncio.

 

A 6 de Agosto de 1945, quando ocorreu a primeira e única explosão nuclear usada até hoje numa guerra, a cidade japonesa viu-se reduzida a escombros: cerca de 80 mil pessoas perderam a vida, enquanto 90 por cento dos prédios vieram abaixo.


O bombardeamento das cidades japonesas de Hiroshima (oeste) e três dias depois de Nagasaki (sudoeste), a segunda cidade japonesa a sofrer um ataque nuclear norte-americano no final da II Guerra Mundial, na sequência da recusa de rendição por parte do Imperador japonês Hirohito, é um dos maiores crimes da humanidade, que não pode cair no esquecimento.

 

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O 75º Aniversário da Vitória de Estalinegrado

vitoria estalinegradoartigo publicado por FIR em http://www.fir.at

A 2 de Fevereiro de 2018, a Federação Internacional de Resistentes (FIR) celebra o 75º Aniversário da Vitória do Exército Vermelho em Estalinegrado. O caminho do fascismo alemão, e seus aliados, até Estalinegrado foi pautado por assassinatos em massa, exploração, supressão e destruição. Roterdão, Varsóvia e Belgrado são os símbolos do terror espalhado pela aviação nazi, que bombardeou e aterrorizou toda a Europa. Auschwitz, Buchenwald, Majdanek, Sobibor eternizam-se na mente da humanidade enquanto "monumentos" do Holocausto – este, produzido pela teoria nazi da "Supermacia da Raça" contra toda a humanidade.

 

A vitória de Estalinegrado opôs-se a este caminho, representado a esperança da libertação e na resistência contra o fascismo alemão.

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ISTO, NUNCA MAIS!

auschwitz A 27 de Janeiro de 1945, o Exército Vermelho soviético libertou o campo de Auschwitz-Birkenau, na Polónia, onde 1,1 milhões de pessoas foram exterminadas pelos nazis, um milhão das quais judeus - mas também comunistas, homossexuais, ciganos - de diferentes países da Europa.

Cerca de 300 dos 200 mil prisioneiros nazis libertados há 70 anos pelas tropas soviéticas, quase todos com mais de 90 anos, estarão hoje em Auschwitz numa cerimónia a que se juntaram chefes de estado europeus, para dizer. "Isto, nunca mais!".

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