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André Martelo
A escola deve ser o prim
eiro espaço de
participação democrática e livre do indivíduo. Um primeiro espaço
de reflexão, crescimento e intervenção na sociedade.
Podemos dizer que hoje a Escola não é este espaço e, ao invés disso, contraria esta participação dos estudantes, confinando-os à aquisição de conhecimentos e técnicas para darem entrada no mercado de trabalho.


A
maioria das associações de estudantes universitárias foi
encerrada, nos anos cinquenta, por ordem da Ditadura. Exemplo disto
foi o encerramento pela PIDE da Associação de Medicina, à época
situada no Campo de Santana, com a destruição de todo o seu
espólio. O ódio à cultura levava à destruição dos livros,
considerados funesta influência da sociedade, o que o regime de
Salazar fez sempre na boa tradição da inquisição e do
nazi-fascismo.
Realizou-se
no dia 27 de Fevereiro, na Confederação Portuguesa das
Colectividades de Cultura Recreio e Desporto, em Lisboa, a
Assembleia-Geral da URAP. Cerca de três dezenas de sócios estiveram
presentes na reunião magna da associação para a apreciação
e votação do Relatório e Contas das Actividades do ano 2009 e
respectivo parecer do Conselho Fiscal e para a apresentação e
votação de alteração dos Estatutos e do Regulamento da URAP.
Nem
Dresden, nem Budapeste
Ao abrigo do disposto no n.º 2 do artigo 11º dos Estatutos, convocam-se os associados da URAP - União de Resistentes Antifascistas Portugueses, para uma Assembleia - Geral Ordinária a realizar no dia 27 de Fevereiro/2010, pelas 14H30, na Confederação Portuguesa das Colectividades de Cultura e Recreio e Desporto, sita na Rua da Palma, nº 248/250, em Lisboa, com a com a seguinte ordem de trabalhos:
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