O livro “1976-2026 – Afirmar, Defender e Cumprir a Constituição”, o segundo livro da colecção “Cadernos da URAP”, é dedicado à celebração dos 50 anos da Constituição da República Portuguesa.
A URAP reuniu um conjunto de textos da autoria de vários democratas (ver em baixo) que relatam a aprovação e a promulgação da Lei Fundamental na Assembleia da República, em 2 de Abril de 1976.
Os autores são unânimes em recordar que a Constituição da República Portuguesa consagrou não só as liberdades democráticas, mas muitas outras conquistas e direitos pelos quais os portugueses há muito lutavam e que só foram finalmente alcançados no decurso do envolvimento popular na Revolução de Abril.
O livro inclui, pelo seu simbolismo e significado histórico, a reprodução da intervenção do General Costa Gomes, na qualidade de Presidente da República, após a promulgação da Constituição.
Apesar das sete revisões a que a Constituição já foi sujeita, a CPR, que consagrou não só as liberdades democráticas, mas muitas outras conquistas e direitos pelos quais os portugueses há muito lutavam, continua viva e precisa de todos os cidadãos para a defender e fazer cumprir. A Constituição da República Portuguesa integra um largo conjunto de direitos universais, contra os quais se continuam a chocar os propósitos da velha e das novas direitas que desejam uma nova revisão da Constituição.



A Assembleia Geral da União de Resistentes Antifascistas Portugueses (URAP) dirigida pelo presidente da Mesa, João Madeira Lopes, reuniu-se, dia 21 de Março, na Casa do Alentejo, em Lisboa, com a presença de 121 sócios, 22 dos quais usaram da palavra.
A URAP participou nas XII Jornadas da Memória Histórica, dia 14 de Março, em Cáceres, Estremadura espanhola, a convite da Asociación Memorial en el Cementerio de Cáceres (AMECECA).
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