O Boletim da URAP nº. 183, relativo aos meses de Outubro, Novembro e Dezembro, publica em Editorial um texto de Carlos Mateus sob o título “Tempo de lutar e resistir com determinação e confiança”.
Na página 7 dá-se voz aos núcleos da URAP, desta vez Barreiro e Coimbra. A nova actividade editorial da URAP lê-se na página 6 e dedica-se a página 7 ao processo de investigação de documentos na Torre do Tombo.
Em Cultura é Resistência, na página 4, o arquitecto Manuel Augusto Araújo fala-nos da “Urgência de uma frente cultural”. As questões internacionais são tratadas na página 12, com relevo para a solidariedade com a Palestina, o Saara Ocidental, e a posição da FIR sobre a extrema-direira europeia.
Na página 11, anuncia-se o resultado da discussão da Assembleia de República sobre a criação do Museu de Resistência Antifascista no Porto. E nas páginas 2 e 3 divulga-se muito do quotidiano da URAP neste trimestre, como o convívio anual em Peniche, o roteiro/visita, em Peniche, aos locais onde decorreu a Guerra das Espoletas, diversas homenagens, exibição de filmes, celebração da Constituição da República, e relato do Conselho Nacional da URAP.
A Homenagem da URAP aos antifascistas que nos deixaram está na página 10: Manuel Pedro, António Borges Coelho, Cristina Nogueira e Libério Domingues.
Uma nova sede para a URAP, em Lisboa, é a boa notícia do ano, e o anúncio pode ler- se na página 5.
Estes e outros assuntos podem ser conhecidos aqui no Boletim nº 183.
Lê e divulga o Boletim da URAP.


O livro “1945-2025, nos 80 anos da derrota nazi-fascismo” é o primeiro número da nova colecção Caderno da URAP.
O Conselho Nacional da URAP, reuniu-se dia 12 de Novembro na Casa do Alentejo, em Lisboa, com a participação de 55 dirigentes de todo o país, sendo a sessão presidida por Carlos Mateus, da Comissão Executiva.
A URAP – União de Resistentes Antifascistas Portugueses, respeitando a histórica herança da luta dos portugueses contra o fascismo e por um país livre e de progresso, repudia a comparação da data do 25 de Abril de 1974 com a do 25 de Novembro de 1975, que as forças de direita e extrema-direita tentam fazer, agora reforçadas e ao comando de diversos órgãos do poder da República.
O combate e a denúncia da URAP aos ataques contra os direitos fundamentais e sindicais dos trabalhadores foi, é e será uma das formas de resistência antifascista.
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