A dirigente da URAP Maria José Ribeiro foi homenageada, dia 12 de Janeiro passado, na Casa da Beira Alta, no Porto, por ocasião dos seus 80 anos, pelo contributo que deu durante toda a vida à causa da democracia antes e depois do 25 de Abril.
Militante do Partido Comunista Português desde 1956, fundadora e activista do Movimento Democrático de Mulheres, primeira mulher presidente do Sindicato Nacional de Profissionais de Seguros e autarca, Maria José Ribeiro constitui um exemplo de mulher e cidadã empenhada na luta pelos ideais de liberdade, democracia e socialismo.
Na cerimónia, que reuniu cerca de 120 pessoas, usaram da palavra Marília Villaverde Cabral, coordenadora da URAP, Márcia Oliveira, pelo MDM, Ilda Figueiredo, pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação, Paulo Mourato, pelo SINAPSA, e Teresa Lopes, pelo PCP.


O antifascista Nuno Teotónio Pereira, um dos mais destacados arquitectos portugueses, morreu quarta-feira, 21 de Janeiro, em Lisboa, dias antes de completar 94 anos.
Maria Eugénia Cunhal morreu hoje aos 88 anos. Lutou durante o fascismo contra a ditadura e por um Portugal democrático após a revolução de Abril.
A Comissão Promotora das Comemorações Populares do 25 de Abril, que a URAP integra, emitiu um comunicado no qual valoriza a acção da CGTP-IN, agendada para dia 28 de Novembro, Sábado, em Belém, e decide convocar uma concentração a realizar na próxima terça-feira, dia 24 de Novembro, às 18h, no Largo do Carmo, em Lisboa. Esta tomada de posição surge na sequência de "um incompreensível e inaceitável protelamento, por parte do Presidente da República, no sentido de dar cumprimento à Constituição da República, no que respeita à posse de um Governo legítimo", consideram os subscritores.
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