Núcleo de Santa Iria da Azóia organiza ciclo de cinema "Os Caminhos da Liberdade", debate sobre o Comboio dos 1000 e visita guiada a Avis "Memória da Reforma Agrária!
O núcleo da URAP de Santa Iria de Azóia e a Sociedade 1º de Agosto SantaIriense organizaram o Ciclo de Cinema "Os Caminhos da Liberdade", com dois filmes sobre o genocídio nazi e os campos de concentração e dois sobre a resistência antifascista portuguesa.


No
dia 4 de Outubro, a URAP organizou uma visita ao forte de Peniche,
principal prisão politica do regime de Salazar. O reencontro de
vários participantes no Comboio dos 1000 - que teve
lugar no mês de Maio - e ao qual se juntaram muitos outrso jovens serviu o objectivo de estabelecer relação
entre a história da ascensão do nazi-fascismo na Europa, e a
história concreta do nosso país, cujo regime fascista foi o mais
prolongado da Europa.
No próximo dia 4 de Outubro, mais de cem jovens visitarão a antiga prisão política de Peniche, a convite da URAP, na companhia de ex-presos políticos que testemunharão o que foi a ditadura fascista em Portugal.
A URAP realizará, em parceria com a Biblioteca-Museu República e Resistência, no próximo dia 4 de Outubro uma nova sessão, inserida no ciclo de conferências "Rostos da Resistência",
sobre a lutadora antifascista Virgínia Moura. A sessão terá lugar no espaço Grandella (Estrada de Benfica, nº. 419, Lisboa), pelas 18h. Na sessão estará presente António Areosa Feio que fez parte, juntamente com Virgínia Moura, da Direcção do Movimento Nacional Democrático, e Maria José Ribeiro, da Mesa da Assembleia-Geral da URAP. Virgínia Moura foi presa 16 vezes pela PIDE, tendo sido condenada por 3 vezes. A sua luta começou no Socorro Vermelho e integrou o MUNAF (Movimento Nacional de Unidade Antifascista), o MUD (Movimento de Unidade Democrática) e a CNSPP (Comissão Nacional de Socorro aos Presos Políticos). Participu activamente nas lutas de massas desenvolvidas ainda no fascismo. Depois do 25 de Abril, foi condecorada com a Ordem da Liberdade. Convidamos todos os interessados a participar.
"Com este pode-se ouvir
a voz da menina", perguntavam muitas vezes aos lojistas no
Alentejo, antes do 25 de Abril de 1974, as pessoas que iam comprar um
aparelho de rádio.

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