O comandante Vasco Costa Santos, membro fundador da URAP, resistente antifascista e militar de Abril, morreu dia 1 de Setembro aos 99 anos.
Costa Santos, oficial da Marinha, teve um percurso de vida dedicado à democracia, tendo em 12 de Março de 1959 participado na conhecida "Revolta da Sé" que lhe valeu um ano e três meses de prisão pela PIDE.
Colocado no Faial, como Capitão do porto da Horta, em 1961, foi-lhe negada a participação de integrar as listas da oposição democrática nas eleições de 1961 e mandado para Lisboa, onde lhe instauraram um auto de averiguações. Embora o despacho considerasse que nada havia contra ele do ponto de vista disciplinar, do ponto de vista político o Conselho de Ministros de Salazar decidiu que deveria passar compulsivamente à situação de Reforma.
Depois de Abril de 1974, foi Comandante Naval do Continente e, quando do 25 de Novembro, foi um dos militares da Marinha que não prestou obediência ao então Presidente da República, General Costa Gomes.


A URAP, logo após ter tomado conhecimento pela Comunicação Social das declarações do Presidente da Câmara de Santa Comba Dão, sobre a nova investida de criação de um Museu Salazar, alertou num comunicado, em 30 de Julho passado, para o perigo que tal projecto, a concretizar-se, constituiria. Seria um polo de saudosismo fascista e de revivalismo do regime opressor, derrubado em 25 de Abril de 1974.
Carta enviada ao Primeiro Ministro e ao Presidente da Assembleia da República a 12 de Agosto de 2019, e hoje divulgada à Comunicação Social, assinada por 204 ex-presos políticos.
artigo da responsabilidade da FIR - Fédération Internationale des Résistants- Newsletter 2019-31
A União de Resistentes Antifascistas Portugueses – URAP tomou conhecimento pela Comunicação Social da intenção de se realizar em Portugal uma reunião internacional de organizações nazis.
Inscreve-te e actualiza a tua quota