"A todas as vítimas da perseguição e repressão fascistas, em particular àqueles que, presos na cadeia do Forte de Peniche, deram entretanto uma importante contribuição para o derrube do fascismo e a conquista da liberdade e da democracia"
A dedicatória foi tirada do livro "Forte de Peniche – Memória, Resistência e Luta", uma edição da URAP lançada dia 4 de Maio na sede da Fundação José Saramago, Casa dos Bicos, em Lisboa.
Para Vítor Dias, organizador do livro e subscritor da Petição à Assembleia da República "Forte de Peniche – defesa da memória, resistência e luta", esta obra não pretende situar-se no domínio da historiografia e não tem a ambição de preencher ou responder a todas as lacunas que persistem sobre o Forte de Peniche e o seu funcionamento como cadeia para presos políticos durante o fascismo, mas trata-se de uma obra que traz à luz do dia coisas ´essenciais´ sobre Peniche.


"O tempo em que vivemos, a situação política actual têm demonstrado que a URAP faz falta, que precisamos de nos esforçar ainda mais para lutar contra o esquecimento do que foi o fascismo e do que foi a Resistência e ganharmos a juventude para as causas da solidariedade internacional e da paz", afirmou Marília Villaverde Cabral no almoço de aniversário da URAP, dia 6 de Abril, em Lisboa.
A coordenadora da URAP foi convidada por um grupo de deputados bascos do Parlamento Europeu para participar em Bruxelas, dia 26 de Abril, na conferência "Cidades e Nações para Lembrar", para assinalar o 80º aniversário do bombardeamento de Guernica.
Sisaltina Maria dos Santos, militante antifascista na clandestinidade e ex-presa política, que dedicou a sua vida à luta contra o fascismo, pela liberdade e a democracia, morreu dia 7 de Maio, aos 91 anos.
A URAP protesta contra a detenção do vereador da CDU na Câmara Municipal de Cascais Clemente Alves, no dia 2 de Maio, durante um protesto em São João do Estoril, acusado de ter desobedecido às autoridades e condena a atitude violenta e arbitrária da PSP.
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