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Fátima Messias, dirigente sindical
A greve é um direito fundamental.
Está consagrado não só na lei, mas também na Constituição da República Portuguesa.
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Esta Greve Geral, cujos reflexos estão muito para além do dia 30 de Maio, tornou evidente - mais do que qualquer outra anterior - o estado actual da democracia e das liberdades nos locais de trabalho, no sector público e no sector privado.


Realizou-se, sábado, dia 9 de Junho, na Cooperativa Piedense, um plenário do núcleo de
Correspondendo ao pedido de audiência da URAP para abordagem das actividades carácter fascista que se têm vindo a registar, uma delegação da URAP, com Aurélio Santos e Ana Pato, do Conselho Directivo, e Helena Costa, foi recebida no dia 31 de Maio pela Comissão de Direitos, Liberdades e Garantias da Assembleia da República, estando presentes o seu Presidente, Osvaldo de Castro, e os deputados Marques Júnior, do PS, António Filipe, do PCP, Fernando Rosas, do BE e Nuno Magalhães, do CDS-PP.
Correspondendo ao apelo internacional que convoca para o próximo 5 de Junho um dia de acção global contra a ocupação da Palestina, a URAP subscreveu a carta colocada à consideração pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC), cujo texto seguidamente se transcreve. O objectivo será entregar a referida carta na Embaixada de Israel por representantes de todas as organizações subscritoras, assinalando desta forma os 40 anos do início da Guerra dos Seis Dias de 1967.
A Assembleia Geral da URAP realiza-se numa altura em que a Humanidade se vê confrontada, na generalidade, com problemas de vária índole com destaque para os relacionados com questões de carácter económico, social e político com especial relevância, neste caso, para as constantes ameaças à Paz e o prosseguimento de invasões militares, de guerras e de bloqueios económicos.

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