Aida Magro, muito jovem ainda, aderiu ao Partido Comunista Português, tendo-se destacado na luta pelos direitos das mulheres e na solidariedade antifascista.Participou na actividade da Comissão Nacional de Socorro aos Presos Políticos. Tendo passado à clandestinidade, foi presa pela Pide em 1957. Sujeita a interrogatórios e isolamento durante seis meses, foi julgada em 1958
e condenada a dois anos e meio de pena maior. Saiu da prisão de Caxias só ao fim de seis anos, por lhe terem sido aplicadas medidas de segurança.
De Aida Magro fica um grande exemplo de coragem, de dedicação à luta pela Liberdade, pela Democracia, por um País melhor.


Magda Fonseca
Sessão
O MND e as «Eleições» de 1951 na
Biblioteca-Museu República e Resistência
O Auditório do Museu de Aveiro acolheu
mais de 70 pessoas, na passada sexta-feira, dia 14 de Outubro, nesta
sessão promovida pelo Núcleo de Aveiro da URAP. A sessão
evocativa do marinheiro-tarrafalista José Neves Amado foi um
acontecimento importante não só para quem o conheceu - e foram
muitos os que nela participaram - como para os mais jovens e todos
aqueles que, tendo-o conhecido ou não, procuram a real dimensão do
papel do indivíduo na construção dos colectivos que promovem o
progresso social na história.
A URAP promove a sessão - O Movimento Nacional Democrático e as eleições de 1951 - no próximo Sábado, dia 22 de Outubro, pelas 16h, na Biblioteca Museu República e Resistência, co-promotora, por ocasião do 50º aniversário daquele Movimento. A sessão terá a participaçãode Areosa Feio, Sofia Ferreira, Aurélio Santos, Silas Cerqueira e David Pereira. Apelamos à participação de todos os interessados.

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