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URAP comemora os 70 anos da vitória do nazi-fascismo com o grupo GUE/NGL no Parlamento Europeu
"Comemorar a vitória sobre o fascismo é também homenagear a resistência heróica dos que se bateram desde os primeiros dias da ocupação nazi até à expulsão e derrota dos invasores. Por toda a Europa, os povos resistiram em contraste com atitudes capitulacionistas de vários governos representativos da grande burguesia", disse Marília Villaverde Cabral, em Bruxelas.
A coordenadora da URAP falava, dia 13 de Maio, no seminário "Comemorando os 70 anos da Vitória sobre o Nazi-fascismo – Unidade na luta pela paz e contra o fascismo e a guerra», que contou com a participação de vários convidados de partidos comunistas, de esquerda e progressistas da Europa, entre os quais o PCP, e de organizações como o Conselho Mundial da Paz, a Federação Internacional de Resistentes (FIR), o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) e a União de Resistentes Antifascistas Portugueses (URAP).


As celebrações do 25 de Abril no Porto pela União de Antifascistas Portugueses tiveram este ano um duplo objectivo: comemorar a Revolução dos Cravos e o centenário do nascimento de Virgínia de Moura, engenheira, antifascista e membro da URAP.
"É importante falar do 25 de Abril. E falar do 25 de Abril é falar do que foi conquistado pela luta do povo, em aliança com o Movimento das Forças Armadas, e que na pessoa do senhor general Pezarat Correia aproveito para saudar", disse a coordenadora da URAP no almoço comemorativo da data, dia 2 de Maio, em Almada.
No dia 25 de Abril, a Câmara Municipal de Lisboa inaugurou, nas antigas instalações da prisão política do Aljube, o Museu Resistência e Liberdade.Na cerimónia, entre os cerca de 200 democratas e ex-presos políticos, a URAP, membro da Comissão Consultora para a criação do Museu, fez-se representar pelos dirigentes José Pedro Soares, também ex-preso político, Marília Villaverde Cabral e Olga Macedo.
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