Catalina Pestana, a última provedora da Casa da Pia de Lisboa desde 2002 e defensora acérrima das crianças vítimas de assédio sexual naquela instituição, morreu em Lisboa dia 22 de Dezembro passado, aos 72 anos, vítima de uma infecção generalizada.
Maria Catalina Batalha Pestana, que nasceu no Barreiro a 5 de Maio de 1946, foi uma das organizadoras de campos de férias para os filhos de presos políticos. Era licenciada em Filosofia pela Universidade de Letras de Lisboa e mestra em Psicologia Educacional.
Activista social, foi para os seus amigos "mulher de muitas convicções" e "uma força da natureza" que esteve "sempre ao lado dos que não têm voz". Participou em muitos eventos da URAP e foi membro fundador da Comissão Nacional de Socorro aos Presos Políticos (CNSPP).


A sede da Associação Alves Redol, em Vila Franca de Xira, foi palco de uma sessão, dia 7 de Dezembro, destinada à apresentação do livro "Forte de Peniche - Memória, Resistência e Luta".
A URAP está a organizar, entre os dias 25 e 27 de Janeiro, uma visita colectiva à exposição
A URAP organizou no Clube Recreativo da Cruz de Pau (CRCP), dia 23 de Novembro, uma noite de convívio, poesia, música, histórias de resistência ao fascismo, e pela paz e democracia no pós 25 de Abril, com a presença da coordenadora da URAP, Marília Villaverde Cabral, e José Pedro Soares, membro da direcção e ex-preso político.
José Goulão, jornalista e escritor, participou num debate sobre "Ideias e Práticas Fascistas e Fascizantes na Europa e no Mundo", organizado pelo núcleo da URAP de Lisboa.
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