José Pedro Soares, coordenador da URAP, foi recebido, integrando uma delegação, pelo presidente da Câmara Municipal da Covilhã, Vítor Pereira, dia 4 de Novembro, numa reunião em que ficou assente a necessidade de uma homenagem às centenas de presos políticos do Concelho.
No mesmo dia, decorreu no salão nobre da Câmara Municipal da Covilhã a sessão "Páginas de Memória", durante a qual a URAP apresentou três livros: "Elas estiveram nas prisões do fascismo”, “Os presos e as prisões políticas em Angra do Heroísmo” e “Forte de Peniche, memória, resistência e luta".
A sessão organizada pela URAP teve o apoio da União Sindicatos de Castelo Branco (USCB), do Sindicato dos Têxteis da Beira Baixa (STBB) e da Câmara Municipal da Covilhã (CMC).


O Campo de Concentração do Tarrafal, ou Campo da Morte Lenta, foi formalmente inaugurado a 29 de Outubro de 1936, com a chegada da primeira leva de 152 pessoas e esteve em funcionamento durante 18 anos, causando a morte a 32 presos políticos e deixando a saúde arruinada a muitos mais.
A Federação Internacional de Resistentes (FIR), de que a URAP é membro, levou a cabo, dias 24 e 25 de Outubro, uma conferência internacional, em Belgrado, dedicada ao tema: “Antifascismo hoje e o perigo das politicas de direita na Europa”.
Adelino Pereira da Silva, do Conselho Nacional da URAP, foi o guia de uma visita ao Museu do Aljube Resistência e Liberdade, dia 15 de Outubro, constituído por trabalhadores da Função Pública.
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