"Pretendo por este meio prestar homenagem aos mortos, aos torturados e a todos os seres humanos sujeitos a inaceitáveis sofrimentos, infligidos aos angolanos, moçambicanos, portugueses, cabo-verdianos, são-tomenses, timorenses e, em menor número, aos naturais de outros países também vítimas do colonialismo e da onda das guerras de independência".
A citação pertence à contracapa do livro "Os Ano Dourados do Colonialismo - A Insurreição", da autoria de Mário Moutinho de Pádua, lançado dia 18 de Dezembro em Lisboa, numa iniciativa da URAP em parceria com o Museu do Aljube.


O livro "O Limite da Dor", de Ana Aranha e Carlos Ademar, serviu de base para uma sessão-debate organizada, dia 27 de Novembro, pelo núcleo de Santa Iria de Azóia na Casa da Cultura, com a presença dos autores.
Ex-presos políticos, muitos dos quais grevistas e activistas políticos, residentes nos Concelhos da Amadora e Sintra, foram homenageados, dia 19 de Novembro, no restaurante dos Bombeiros Voluntários da Amadora.
Por uma daquelas inexplicáveis coincidências históricas, foi justamente no dia em que se assinalavam os 60 anos da partida de Fidel Castro do México, no iate Granma, para iniciar a luta de guerrilhas na Sierra Maestra, que nos deixou, fisicamente, esse revolucionário exemplar que dirigiu a heróica luta que viria a libertar Cuba da ditadura de Fulgêncio Baptista.
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