Todos os povos precisam de preservar a memória. Resgatar a memória é essencial para que um povo seja sujeito da sua própria história e possa conservar o seu património cultural, compreender o presente e idealizar o futuro.
Os 40 anos que antecederam o Portugal de Abril foram tempos negros para os portugueses e para os povos das ex-colónias, vítimas de um regime fascista com tudo o que tem de pior: pobreza, ignorância, obscurantismo, guerra, repressão por vezes até à morte.
Para relembrar esse passado, visando não permitir que ele regresse, a URAP tem estabelecido acordos com várias entidades para que sujam museus da resistência em sítios emblemáticos para o povo português, ao mesmo tempo que saúda e apoia iniciativas semelhantes quer nas ex-colónias portuguesas, quer em todos os outros países do mundo.
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