«Elas Estiveram nas Prisões do Fascismo» é o próximo livro que a URAP vai lançar, primeiro no Porto e depois em Lisboa e noutros pontos do País. Trata-se de um estudo sobre a mulher sob o fascismo, nas cadeias e na participação em três fugas, nas lutas sociais e nos combates pela democracia.
O livro divulga ainda as organizações femininas existentes à época, cartas às organizações femininas e democráticas do mundo inteiro; fala das mães que caminharam para as prisões e publica uma crónica de um tempo sombrio.
Termina com a chegada de Abril, da liberdade, da democracia, do reconhecimento legislativo da igualdade – na prática ainda não totalmente conquistada.
Os capítulos de «Elas Estiveram nas Prisões do Fascismo» são marcados com textos ou poemas feitos por mulheres e a publicação inclui ainda dois anexos com os nomes de mulheres presas.
As apresentações do livro, e respectiva venda, no Porto e em Lisboa já estão marcadas para os dias 19 e 26 de Junho.


O núcleo da URAP no Couço organizou uma reunião, dia 8 de Junho, na Casa do Povo, aberta à população, para dinamizar o núcleo e angariar novos sócios, presidida por Ortelinda da Conceição, do Conselho Nacional.
A URAP assinou, dia 8 de Junho, um protocolo com Câmara Municipal de Montemor-o-Novo, a fim divulgar aos jovens do concelho a história das lutas e da resistência durante o fascismo e discutir aspectos práticos dessa cooperação.
Foi no Fórum Municipal Luísa Todi, em Setúbal, que decorreu, dia 5 de Junho, o Encontro pela Paz - Pela Paz todos não somos demais, promovido por 12 organizações, entre as quais a URAP, o Conselho Português para a Paz e Cooperação e as Câmaras Municipais de Setúbal e de Loures.
Um grupo de sócios da URAP do Barreiro, Almada e Lisboa deslocaram-se ao Porto,
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