A União de Resistentes Antifascistas (URAP) juntou-se ao Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC), ao Movimento Democrático de Mulheres (MDM), e à União de Sindicatos de Viseu e levaram a cabo, dia 24 de Maio, no Rossio, em Viseu, uma iniciativa de solidariedade, exigindo o fim da agressão e da ocupação da Palestina.
As organizações enviaram uma carta ao governo e à Assembleia a República, lida por Filomena Pires do MDM, na qual consideravam que “o que se passa com a Palestina não é um conflito, é uma violenta ocupação, ilegal e atentatória dos direitos humanos e dos direitos nacionais do povo palestiniano”.
Na missiva, os signatários condenaram a posição do governo português de “colocar em pé de igualdade agressor e agredido, opressor e oprimido” e apelaram às autoridades para que “condene Israel pelos seus crimes e pela sua política” e reconheça à Palestina “o direito a um Estado independente, soberano e viável”.


“Perdemos o meu avô. Uso o plural em toda a sua extensão. Perdemos o meu avô, todos nós. Quem não o conheceu que saiba que ontem partiu o mais gentil dos inquebrantáveis, o mais juvenil dos heróis. Um militante!”
Os núcleos da URAP dos Concelhos da Moita e Barreiro organizaram no Ginásio Atlético Clube da Baixa da Banheira, dia 23 de Maio, um almoço comemorativo do 45º aniversário da URAP, no qual participou Carlos Mateus do Conselho Directivo.
A URAP tem uma nova sede. Inaugurada em Aveiro, dia 22 de Maio, sinal do crescente reforço da organização e ferramenta essencial para o seu trabalho, teve a presença de Vítor Dias, do Conselho Nacional, e dos elementos do núcleo da cidade dos canais e dos moliceiros.
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