"Hoje, muitos milhares de portugueses já nasceram depois da Revolução e não conheceram o que foi viver sem liberdade. Viver com o medo das prisões, das perseguições, das torturas", disse Olga Macedo, falando em representação da coordenadora da URAP, no almoço comemorativo do 25 de Abril, em Almada.
No encontro, que ocorreu dia 7 de Maio no Ginásio-Cine da SFUAP (Sociedade Filarmónica União Artística Piedense), na Cova da Piedade, sob o lema "Defender Abril, Cumprir a Constituição", intervieram Olga Macedo, em nome de Marília Villaverde Cabral, que não pôde estar presente por razões de saúde, e António Lima Coelho, da Associação Nacional de Sargentos.


A "primeira pedra" - uma peça em madeira de tola, da autoria do Arquitecto Mário Mesquita – do projecto museológico "Do Heroísmo à Firmeza – Percurso na Memória da Casa da PIDE, no Porto (1934-1974) foi colocada no Porto, dia 30 de Abril, no edifício onde a PIDE funcionou, hoje Museu Militar.
O percurso da URAP ao longo dos 40 anos da sua existência foi lembrado dia 30 de Abril num almoço de comemoração no restaurante "A Valenciana", em Lisboa, onde participaram 45 sócios e simpatizantes da organização, herdeira da Comissão Nacional de Socorro aos Presos Políticos.
O núcleo de Santa Iria da Azóia da URAP organizou, dia 16 de Abril, uma visita guiada ao Museu do Aljube, para conhecer a história daquele antigo estabelecimento prisional e homenagear os presos políticos que aí estiveram detidos no tempo da ditadura.

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