A 11 de Setembro de 1973 um sangrento golpe militar, apoiado pela CIA, punha fim à experiência democrática do governo de Unidade Popular (UP) de Salvador Allende e abria caminho ao terror da ditadura de Augusto Pinochet.
O palácio presidencial de Salvador Allende, presidente eleito democraticamente, foi bombardeado e, com ele, muitos chilenos foram fuzilados e presos. Ainda hoje centenas de chilenos estão desaparecidos e os seus corpos nunca foram encontrados.
O golpe militar baniu os partidos políticos e organizações e perseguiu os democratas. Fez mais de 3.000 mortos e desaparecidos e forçou 200 mil chilenos ao exílio. Durou até 1990.


Nikias Skapinakis, um dos nomes maiores da pintura portuguesa da segunda metade do século XX, antifascista desde a juventude, morreu dia 26 de Agosto, em Lisboa, aos 89 anos.
A URAP lembra, dia 8 de Setembro, os 84 anos da “Revolta dos Marinheiros”, data maior de um dos primeiros actos de resistência ao salazarismo, que levou a uma violenta repressão por parte das forças de segurança, com a prisão dos marinheiros revoltosos e o envio de muitos deles para o Campo de Concentração do Tarrafal.
No dia 6 de Agosto de 1945, já depois de terminada a II Guerra Mundial, os Estados Unidos lançaram uma bomba atómica sobre a cidade japonesa de Hiroxima, provocando milhares de mortos e mutilados devido aos efeitos das radiações atómicas, que se fizeram sentir durante várias gerações.
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