10 de novembro, 20h30 [horário antecipado], “Raiva”, de
Sérgio Tréfaut Portugal, França, Brasil | 2017 | 85 min.
Destinatários: Geral | M/ 14 anos
Intervenção sobre a luta na resistência com Armando Morais (Membro do Partido Comunista Português / Membro da Comissão Central de Controlo do PCP) e Mariana Morais (Membro do Partido Comunista Português / Resistente antifascista)
Entrada gratuita Lotação limitada, sendo periodicamente avaliada de acordo com as indicações da DGS.
Alentejo, 1950. Nos campos desertos do Sul de Portugal, fustigados pelo vento e pela fome, a violência explode de repente: vários assassinatos a sangue frio têm lugar numa só noite. Porquê? Qual a origem dos crimes? Adaptação de «Seara de Vento», de Manuel da Fonseca, um clássico da literatura portuguesa do século XX, “Raiva” é um conto negro sobre o abuso e a revolta.


"Cinco dias cinco noites", de José Fonseca e Costa, um filme inspirado no romance homónimo de Manuel Tiago (pseudónimo literário de Álvaro Cunhal), deu início ao ciclo de cinema alusivo à resistência ao fascismo, organizado pelo núcleo da URAP do concelho da Moita em parceria com a União de Freguesias de Baixa da Banheira e Vale de Amoreira e a Câmara Municipal da Moita.
A União de Resistentes Antifascistas Portugueses organizou sábado, 31 de Outubro, a comemoração simbólica do quarto aniversário do convívio na Fortaleza de Peniche que, na altura, reuniu muitas centenas de pessoas, e foi dinamizado por ex-presos políticos, familiares e democratas de diferentes sensibilidades, com o apoio e envolvimento da URAP.
Passam hoje quatro anos da realização do grande convívio na Fortaleza de Peniche, a 29 de Outubro de 2016, organizado por ex-presos políticos, familiares, amigos, democratas de diferentes sensibilidades com o apoio e envolvimento da URAP, iniciativa que marcou o grande impulso do movimento de repúdio à intenção do governo de utilizar a antiga cadeia para fins hoteleiros, ao abrigo do programa REVIVE.
A URAP, como organização de antifascistas e resistentes portugueses, saúda o povo chileno pela decisão, em referendo, de substituir a Constituição do país em vigor há 40 anos, elaborada no tempo da ditadura militar de Augusto Pinochet (1973-1990), por uma lei fundamental democrática e progressista.
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