Odete Santos, advogada e carismática ex-deputada do PCP à Assembleia da República durante 27 anos, reconhecida pela verve, espontaneidade e coragem com que defendia as posições da sua bancada, morreu dia 27 de Dezembro aos 82 anos.
O corpo de Odete Santos estará em câmara ardente no Convento de Jesus, em Setúbal e o funeral realiza-se quinta-feira, às 15:30, para o Cemitério da Nossa Senhora da Piedade, Rua Camilo Castelo Branco, Setúbal.
Maria Odete Santos nasceu a 26 de Abril de 1941, na Freguesia de Pêga, concelho da Guarda. Estudou no Liceu de Setúbal, licenciou-se em Direito na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, tendo exercido advocacia.
Antifascista desde muito jovem, dedicou-se à intervenção cultural, à defesa da igualdade e emancipação da mulher e à solidariedade com os povos de todo o mundo. Em 1974 aderiu ao Partido Comunista Português, de que foi dirigente até 2012.


A URAP esteve junto ao Monumento de homenagem aos Libertadores e aos Libertados, dia 9 de Dezembro, junto à estação da CP de Caxias, para evocar a fuga de oito membros do PCP da Cadeia de Caxias, dia 4 de Dezembro de 1961, que constituiu uma enorme humilhação para a ditadura fascista de Salazar.
A URAP e o Foro Por La Memoria de Huelva organizaram, dia 25 de Novembro, a jornada Memória e Resistência, que contou com o apoio da Casa do Alentejo, em Lisboa, com o objectivo de recordar o fascismo em Portugal e em Espanha, a repressão e os combatentes pela liberdade.
Mário Brochado Coelho, resistente antifascista e advogado, que integrou a Comissão Nacional de Socorro aos Presos Políticos e foi advogado de muitos presos políticos, morreu dia 23 de Novembro, no Porto, aos 84 anos.
Manuel Gusmão, poeta, ensaísta, professor universitário e intelectual comunista, morreu, dia 9 de Novembro, em Lisboa, aos 77 anos.
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