O núcleo da Urap de Vila Nova de Gaia organizou uma sessão pública a que chamou: Como chegamos aqui? Para onde vamos?”, dia 17 de Fevereiro, para a qual convidou o ex-preso político Domingos Abrantes para falar sobre a sua vida e o o seu percurso político.
A sessão, que decorreu no salão da Junta de Freguesia de Canidelo, em Vila Nova de Gaia, encheu-se com pessoas de todas as idades para ouvir na primeira pessoa o resistente antifascista, preso político e perseguido pelo antigo regime que governou Portugal durante 48 anos, derrubado pelo MFA em Abril de 1974.


“O Tarrafal não foi nunca, nem deverá ser, um assunto que só dissesse respeito aos que por lá passaram. (…) O campo destinava-se a liquidar, em condições menos expostas, uma boa parte dos elementos mais firmes da luta contra o fascismo”, afirmou, dia 17 de Fevereiro, António Vilarigues, membro do Conselho Directivo da URAP, junto ao Mausoléu dos Tarrafalistas no cemitério do Alto de S. João, em Lisboa.
O núcleo da URAP do Barreiro em colaboração com o núcleo da Associação José Afonso do Barreiro e Moita promoveu, dia 3 de Fevereiro, uma sessão denominada "Testemunhos em Liberdade - Antes e depois de Abril" na Sociedade Filarmónica Agrícola Lavradiense.
O ex-preso político Domingos Abrantes e João Neves, do Conselho Nacional da URAP, estiveram na Escola Secundária de Peniche, dia 25 de Janeiro, para falar com os alunos sobre as prisões políticas do fascismo e as fugas, particularmente a de Caxias.
A URAP esteve presente em duas sessões do Festival de Cinema Indiejunior, dia 23 de Janeiro, no Porto, para conversar com os jovens sobre as condições de vida no tempo da ditadura, a resistência e as prisões fascistas. 
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