A propósito da anunciada manifestação anti-imigração, marcada para dia 3 de fevereiro, para o Martim Moniz, em Lisboa, a promover por elementos de extrema-direita e grupos neonazis, a URAP condena tal intenção contrária ao espirito de tolerância, de relacionamento pacífico entre comunidades imigrantes no nosso país e contrária à história das vivências e princípios humanistas que devem caracterizar as relações entre comunidades, povos e os países de todo o mundo.
A URAP condena procedimentos anti-imigrantes e ações racistas, xenófobas e fascistas, e, nesse sentido, acompanha as preocupações reflectidas nos pareceres até agora emitidos pelas autoridades desaconselhando a sua realização.


A URAP participou numa sessão, dia 25 de Janeiro, com alunos da Escola Secundária de Vila Nova de Foz Côa, que havia sido proposta e organizada pela Associação de Estudantes, que contou com a presença de cerca de 220 alunos e professores do 9º ao 12º ano.
A URAP juntou-se às comemorações dos 90 anos da insurreição do 18 de Janeiro na Marinha Grande, quando os operários vidreiros tomam o poder por algumas horas durante a jornada nacional contra a lei de criação dos sindicatos fascistas, com uma delegação de centena e meia de activistas.
O 18 de Janeiro de 1934 é uma data que não pode ser esquecida na luta pela democracia. O movimento sindical promoveu uma jornada nacional contra a lei de criação dos sindicatos fascistas, que assume carácter insurreccional na Marinha Grande.
Joaquim Judas, do Conselho Nacional da URAP, assina o editorial do 
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