O Museu Nacional Resistência e Liberdade (MNRL) inaugura a primeira exposição internacional, “Candelabro ASM – Aristides de Sousa Mendes: o Exílio pela Vida”, no dia 25 de Abril na presença da ministra da Cultura, Graça Fonseca, e de uma delegação da URAP encabeçada por Marília Villaverde Cabral.
A exposição, que abre ao público dia 27 de Abril e estará patente até Outubro de 2021, é uma parceria entre a Direcção-Geral do Património Cultural (DGPC), a Sousa Mendes Foundation, de Nova Iorque, e o Comité Sousa Mendes, de Bordéus, e nela participam cinco países: Portugal, França, Alemanha, EUA e Canadá.
Uma vídeo-escultura de Werner Klotz, artista residente em Berlim que se tem destacado na arte pública, é a peça central da exposição internacional, que decorre no âmbito da programação cultural da Presidência Portuguesa do Conselho da União Europeia.


Há precisamente 85 anos, o governo de Salazar criou a Colónia Penal do Tarrafal, um campo de morte, o "campo da morte lenta", um campo de concentração criado à imagem dos campos de concentração nazi, para onde foram enviados seis meses depois os primeiros 152 presos.
“O povo palestiniano (…) é um povo privado da terra que é sua por direito e de um governo próprio, que Israel continua a ocupar diária e violentamente, (…) ao arrepio de todas as convenções e decisões que defendem a decisão e solução pacífica de dois estados”, afirmou Francisco Canelas no Dia Internacional de Solidariedade com os Presos Palestinianos.


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