Há precisamente 85 anos, o governo de Salazar criou a Colónia Penal do Tarrafal, um campo de morte, o "campo da morte lenta", um campo de concentração criado à imagem dos campos de concentração nazi, para onde foram enviados seis meses depois os primeiros 152 presos.
Revolucionários participantes da insurreição do 18 de Janeiro de 1934, na Marinha Grande, e da Revolta dos Marinheiros de 1936, foram os primeiros antifascistas a pisar o solo da Ilha de Santiago, em Cabo Verde, onde durante 18 anos, até 1954, estiveram presos 340 democratas.
O Artigo 2 do Decreto-Lei n.º 26. 539, de 23 de Abril de 1936, mencionava que “a colónia penal (…) destinar-se-á a presos por crimes políticos que devam cumprir a pena de desterro ou que, tendo estado internados em outro estabelecimento prisional, se mostrem refractários à disciplina deste estabelecimento ou elementos perniciosos para os outros reclusos".


“O povo palestiniano (…) é um povo privado da terra que é sua por direito e de um governo próprio, que Israel continua a ocupar diária e violentamente, (…) ao arrepio de todas as convenções e decisões que defendem a decisão e solução pacífica de dois estados”, afirmou Francisco Canelas no Dia Internacional de Solidariedade com os Presos Palestinianos.

As histórias da clandestinidade de Álvaro Cunhal estão a ser publicadas nos EUA. Os editores, que acabam de publicar A Estrela de Seis Pontas, sublinham a importância literária desta obra e a sua capacidade de mostrar a humanidade em tempos terríveis.
Inscreve-te e actualiza a tua quota