por Nuno Ramos de Almeida
As histórias da clandestinidade de Álvaro Cunhal estão a ser publicadas nos EUA. Os editores, que acabam de publicar A Estrela de Seis Pontas, sublinham a importância literária desta obra e a sua capacidade de mostrar a humanidade em tempos terríveis.
Em ano de comemorações do centenário do Partido Comunista Português, foi recentemente traduzido para inglês e publicado nos EUA o romance Estrela de Seis Pontas, de Manuel Tiago, pseudónimo literário de Álvaro Cunhal. É o segundo romance, do autor, publicado numa série que começou com Cinco Dias, Cinco Noites, continuará com os restantes livros, e que pretende encerrar com a publicação de Até Amanhã, Camaradas.
O responsável dessa autêntica odisseia é Eric A. Gordon, editor da secção de cultura do site informativo People's World, herdeiro do mítico jornal comunista publicado em Nova Iorque, a partir de 1924, The Daily Worker. Um jornal em que colaboraram nomes relevantes da cultura norte-americana, como o músico Woody Guthrie, e que no seu auge atingiu uma circulação de mais de 35 mil exemplares por dia.



Maria da Conceição Moita, antifascista da resistência, que pertenceu ao grupo de católicos progressistas que organizou a vigília da Capela do Rato, participou na luta anticolonialista, e foi libertada da Fortaleza de Peniche com a Revolução de Abril, morreu hoje, 30 de Março, aos 83 anos, vítima de doença prolongada.
No âmbito do 47º aniversário da Revolução de Abril, alunos e professores do Agrupamento de Escolas Michel Giacometti, da Quinta do Conde, concelho de Sesimbra, convidaram a URAP, dia 25 de Março, para participar numa videoconferência.
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