A URAP foi convidada para uma palestra sobre a luta clandestina nos tempos da ditadura fascista, a Revolução de 25 de Abril de 1974 e os objectivos alcançados, dia 13 de Dezembro, na EPI – Escola Profissional de Imagem, Lisboa, a convite de duas professoras da escola.
A EPI é uma escola dedicada ao conhecimento e formação das Artes de Imagem nas suas múltiplas vertentes profissionais, nas diversas áreas da criatividade fotográfica, desenho, cinema, som, vídeo, teatro, entre outras.
Perante 120 alunos de seis turmas, entre os 15 e os 18 anos, e oito professores, presencialmente e em on-line, o ex-preso político Adelino Pereira da Silva, membro do Conselho Nacional da URAP, falou do tema baseando-se em 11 vertentes fundamentais: o fim das prisões políticas; a instauração das liberdades de expressão do pensamento, imprensa, associação, reunião e manifestação; a consagração de direitos essenciais dos trabalhadores; a instauração do Poder Local Democrático; o fim das guerras coloniais; o direito dos povos das colónias à autodeterminação e independência; a melhoria das condições de vida do povo; a democratização do Ensino; a consagração da igualdade entre homens e mulheres; a alteração de mentalidades; e um regime democrático constitucionalmente consagrado.


O auditório da Torre do Tombo acolheu, dia 15 de Dezembro, uma sessão pública promovida pela URAP para celebrar o centenário da Seara Nova, importante e histórica revista de intervenção democrática, fundada a dia 15 de Outubro de 1921 por Aquilino Ribeiro, Augusto Casimiro, Azeredo Perdigão, Câmara Reys, Faria de Vasconcelos, Ferreira de Macedo, Francisco António Correia, Jaime Cortesão, Raul Brandão e Raul Proença.
Adriano Correia de Oliveira, figura da resistência ao fascismo e grande nome da canção de intervenção portuguesa, morreu aos 40 anos, em 16 de Outubro de 1982. Para o lembrar, o Centro Artístico Adriano Correia de Oliveira está a convidar pessoas, colectividades e instituições a aderirem ao projecto de Comemoração dos 80 anos do Adriano.
Rita Rato, directora do Museu do Aljube, Resistência e Liberdade, apresentou o livro “Elas estiveram nas prisões do fascismo”, dia 14 de Dezembro, no Almazém 8, em Évora, numa sessão dirigida por Sara Fernandes, do núcleo da URAP, e na presença de cerca de 40 pessoas.
A Junta da União de Freguesias do Laranjeiro e Feijó, o núcleo de Almada da URAP e o núcleo de Almada do MDM apresentaram, dia 11 de Dezembro, no Auditório do Edifício do Poder Local, no Feijó, concelho de Almada, o livro editado pela URAP “Elas estiveram nas prisões do fascismo”, numa sessão presidida por Carlos Mateus, do Conselho Directivo da URAP.
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