Marília Villaverde Cabral, vice-presidente da Assembleia Geral da URAP e coordenadora da organização entre 2009 e 2020, vai ser homenageada no dia 12 de Fevereiro pel´ A Voz do Operário, no 139.º aniversário da instituição, com uma sessão solene e jantar comemorativo, às 20:00, no Salão de Festas.
Segundo a direcção de A Voz do Operário, a homenagem a Marília Villaverde Cabral, resistente antifascista, deve-se ao “reconhecimento de uma vida inteiramente dedicada às causas dos trabalhadores e do povo português”.
Ser-lhe-á atribuído o título de sócia honorária, distinção que é concedida anualmente por esta instituição centenária - 139 anos - a uma personalidade de mérito reconhecido nas áreas da política, cultura ou desporto.
Em entrevista ao jornal de A Voz do Operário, intitulada “Eu não era capaz de viver outra vida que não fosse esta”, Marília Villaverde, 79 anos, conta a sua actividade política, iniciada na adolescência, na qual destaca a adesão ao PCP aos 16 anos, ser fundadora do Movimento Democrático de Mulheres, dirigente sindical e coordenadora da URAP.
Depois de realçar que nasceu numa família apolítica e que foi junto de colegas do liceu que despertou para as desigualdades e para a luta, relatou os seus primeiros contactos políticos que aconteceram durante as campanhas presidenciais de Arlindo Vicente e Humberto Delgado, em 1958.


O Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto celebra-se hoje, dia 27 de Janeiro, aniversário da libertação pelo Exército Vermelho soviético do campo de Auschwitz-Birkenau, na Polónia, onde 1,1 milhões de pessoas foram exterminadas pelos nazis.
Uma centena de democratas de Setúbal e Palmela concentraram-se, dia 20 de Janeiro, junto ao Monumento à Resistência Antifascista, na Av. Luísa Todi, em Setúbal, para evocar Américo Leal no dia do seu centésimo aniversário.
A URAP congratula-se com a informação da Direcção-Geral do Património Cultural (DGPC) que, em comunicado datado de 13 de Janeiro passado, anuncia que terá início em Fevereiro a empreitada destinada à instalação do Museu Nacional da Resistência e Liberdade (MNRL) na Fortaleza de Peniche.
António Regala, antifascista desde a juventude e membro do Conselho Nacional da União dos Resistentes Antifascistas Portugueses (URAP), morreu hoje, 15 de Janeiro, em Aveiro, aos 69 anos, e a cerimónia fúnebre realiza-se domingo na Capela da Misericórdia às 11:30.
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