A URAP subscreve o apelo do Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) e apela à participação de todos nos actos públicos «Parar a Guerra! Dar uma oportunidade à Paz!» que terão lugar no próximo dia 10, pelas 18h30 no Largo Camões, em Lisboa, e pelas 18h00 na Rua de Santa Catarina (junto à estação do Metro), no Porto.
A situação de guerra na Ucrânia, que tem repercussões em toda a Europa, comporta riscos de consequências imprevisíveis.
A guerra não pode ser uma solução para um conflito e não é, em caso algum, um caminho para estabelecer a paz.
Nesse sentido, os subscritores:
-Apelam ao fim da guerra na Ucrânia, ao estabelecimento de
negociações, de modo a encontrar um acordo justo e duradouro, no interesse dos povos;
-Reclamam que, a par da suspensão imediata dos combates na Ucrânia, seja travado o constante aumento de forças militares e de armamentos no Leste da Europa, situação que tende a sobrepor os interesses da guerra à paz, à amizade e à cooperação entre os povos da região;
-Salientam que as sanções não devem substituir a diplomacia porque, em primeiro lugar, atingem as condições de vida das populações, tanto dos países que as sofrem como dos que as impõem;
-Repudiam todas as manifestações de fascismo, nazismo e nacionalismo agressivo onde quer que se manifestem;


Marília Villaverde Cabral, vice-presidente da Assembleia-Geral da União de Resistentes Antifascistas Portugueses (URAP), participou por videoconferência no Fórum Feminista 2022, que decorreu em Bruxelas nos dias 1 e 2 de Março, por iniciativa do Grupo Confederal da Esquerda Unitária Europeia/Esquerda Nórdica Verde (GUE/NGL), do Parlamento Europeu.
Posição da FIR - Federação Internacional de Resistentes - Associação Antifascista
O Padre Mário de Oliveira, conhecido como o Padre Mário da Lixa, que se distinguiu na luta anticolonial e na resistência antifascista - preso duas vezes pela PIDE em Caxias e julgado por subversão -, morreu hoje, dia 24 de Fevereiro, no Hospital de Penafiel, aos 84 anos.
Vinte e sete neonazis começaram ontem, dia 23 de Fevereiro, a ser julgados por crimes de ódio racial e sexual, ofensas corporais, incitamento à violência, tentativa de homicídio, tráfico de droga e posse de arma proibida, num processo ligado aos 'hammerskins'.
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