O Padre Mário de Oliveira, conhecido como o Padre Mário da Lixa, que se distinguiu na luta anticolonial e na resistência antifascista - preso duas vezes pela PIDE em Caxias e julgado por subversão -, morreu hoje, dia 24 de Fevereiro, no Hospital de Penafiel, aos 84 anos.
O antigo pároco de Macieira da Lixa, em Felgueiras, nasceu a 8 de Março de 1937 na Lourosa, Santa Maria da Feira, e encontrava-se internado nos cuidados intensivos desde 27 de Janeiro quando sofreu um acidente de automóvel.
Enviado para a Guiné-Bissau como capelão das tropas portuguesas, depois da sua ordenação como padre, em 1962, e de leccionar em liceus do Porto, foi expulso daquela colónia por afirmar estar ali para “pregar o Evangelho da Paz aos que lá faziam a Guerra Colonial”.


Vinte e sete neonazis começaram ontem, dia 23 de Fevereiro, a ser julgados por crimes de ódio racial e sexual, ofensas corporais, incitamento à violência, tentativa de homicídio, tráfico de droga e posse de arma proibida, num processo ligado aos 'hammerskins'.
A URAP promove, de 8 a 12 de Maio, uma viagem às Ilhas Terceira e S. Miguel, nos Açores, que tem como objectivo principal o lançamento de um livro sobre os presos políticos que estiveram encarcerados na Fortaleza de S. João Baptista e no Castelinho, na cidade de Angra do Heroísmo, Ilha Terceira.
A URAP prestou homenagem, dia 19 de Fevereiro, aos antifascistas mortos no Campo de Concentração do Tarrafal, em Cabo Verde, junto ao mausoléu memorial, erguido no cemitério do Alto de S. João, em Lisboa, que contém os restos mortais transladados em 1978, e acompanhados, sob uma chuva intensa, por uma imensa multidão de portugueses.
O livro "Elas estiveram nas prisões do fascismo" foi apresentado, dia 12 de Fevereiro, no Auditório Municipal de Pinhal Novo, concelho de Palmela, no dia do 94º aniversário daquela Junta de Freguesia, numa sessão conduzida por Pedro Soares, membro do Conselho Nacional da URAP.
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