Os sinos tocaram hoje em Hiroshima, no sul do Japão, para assinalar o 70.º aniversário do lançamento da bomba atómica pelo governo dos Estados Unidos e as suas vítimas.
Representantes de uma centena de países participaram na cerimónia, que decorreu pelas 8:15 (hora local) junto ao memorial, no Parque da Paz de Hiroshima, e em muitos países observou-se um minuto de silêncio.
A 6 de Agosto de 1945, quando ocorreu a primeira e única explosão nuclear usada até hoje numa guerra, a cidade japonesa viu-se reduzida a escombros: cerca de 80 mil pessoas perderam a vida, enquanto 90 por cento dos prédios vieram abaixo.
O bombardeamento das cidades japonesas de Hiroshima (oeste) e três dias depois de Nagasaki (sudoeste), a segunda cidade japonesa a sofrer um ataque nuclear norte-americano no final da II Guerra Mundial, na sequência da recusa de rendição por parte do Imperador japonês Hirohito, é um dos maiores crimes da humanidade, que não pode cair no esquecimento.


«A Federação Internacional de Resistentes (FIR) comemora o 70º aniversário da Conferência de Potsdam como o início de um novo período de coabitação dos povos Europa.
A Assembleia da República aprovou, dia 3 de Julho, dois Projectos de Resolução, da autoria do PCP e do BE, discutidos na véspera, visando recomendar ao governo a identificação dos percursos e salas usadas pela PIDE na antiga sede da instituição, no Porto, actual Museu Militar, sem prejuízo da manutenção deste e a promoção de uma justa homenagem a quem passou pelo Edifício do Heroísmo e aí resistiu ao fascismo.
A URAP evoca a sua intervenção na luta antifascista, na solidariedade para com os presos políticos e expressa sentidas condolências à sua família.
A Assembleia da República debate, no dia 2 de Julho, a petição que propõe a concretização, na antiga sede da PIDE no Porto (onde funciona actualmente o Museu Miltar), do projecto «Do Heroísmo à Firmeza – percurso na memória da casa da PIDE no Porto, 1930-1974».
Inscreve-te e actualiza a tua quota